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São Gonçalo finaliza levantamento de infestação do Aedes aegypti

São Gonçalo conclui LIRAa para monitorar infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya, e orientar ações de combate na cidade.

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07/05/2026 17:29

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Agente de saúde realiza vistoria em residência para identificar focos do mosquito Aedes aegypti em São Gonçalo.
Agente de saúde inspeciona imóvel em São Gonçalo durante levantamento de focos do mosquito Aedes aegypti. Foto: Fabio Guimarães/Arquivo. – Foto: Reprodução

Pesquisa LIRAa, que monitora risco de dengue, zika e chikungunya, teve pulverização suspensa nesta semana.

A Secretaria de Saúde e Defesa Civil de São Gonçalo conclui nesta sexta-feira o primeiro Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) do ano. A ação, que abrange a maioria dos bairros da cidade, busca aferir a infestação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Para garantir a precisão dos resultados, o serviço de pulverização de inseticida foi temporariamente interrompido esta semana, entre 4 e 8 de maio, conforme informou a Prefeitura. O LIRAa é uma metodologia recomendada pelo Ministério da Saúde e serve para identificar o risco de contaminação por essas doenças, especialmente a dengue, por meio do Índice de Infestação Predial (IIP).

A pesquisa é realizada por agentes da Vigilância em Saúde Ambiental, que visitam imóveis em diversas localidades. A partir deste ano, o levantamento passará a ser feito duas vezes ao ano, nos meses de maio e novembro. Ele permite determinar a quantidade de residências com larvas do mosquito Aedes aegypti e os locais preferenciais para a postura dos ovos.

Frequentemente, as larvas são encontradas em recipientes removíveis, como vasos de plantas e pratos, depósitos de água para consumo no nível do chão, e em estruturas fixas, como ralos e calhas. Resíduos sólidos, incluindo garrafas, latas e pets, também são locais comuns de proliferação.

Além desses pontos, ovos do mosquito também podem ser depositados em caixas d’água elevadas, pneus e depósitos naturais. O diretor da Vigilância em Saúde Ambiental, Marcelo Sá, ressaltou a importância da pesquisa para as ações de combate.

Segundo Marcelo Sá, após a avaliação e quantificação de toda a amostragem, é calculado um índice de infestação por bairro. A soma desses índices resulta no panorama de infestação da cidade, essencial para orientar as pulverizações semanais e outras estratégias de prevenção da doença.

O diretor também enfatizou que a vigilância contínua dos moradores em suas casas e quintais permanece como um dos métodos mais eficazes de prevenção. A Vigilância Ambiental mantém, ainda, um serviço de pronto-atendimento para casos de infestação.

Qualquer cidadão pode entrar em contato com o setor para solicitar uma visita, com atendimento realizado, em média, em uma semana. As denúncias e pedidos de vistoria podem ser feitos pelo telefone (21) 99388-6484.