Iniciativa da Prefeitura na Praça Dr. Luiz Palmier orientou população e marcou o começo da campanha nacional contra a violência à mulher.
São Gonçalo deu o pontapé inicial na campanha Agosto Lilás na última terça-feira, dia 4. Uma ação de conscientização sobre o enfrentamento à violência contra a mulher foi realizada na Praça Dr. Luiz Palmier, no Centro, pela Secretaria de Assistência Social.
A iniciativa, promovida por meio da Subsecretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, buscou sensibilizar a população sobre a importância de combater a violência de gênero.
O Agosto Lilás é uma campanha de alcance nacional. Ela foi estabelecida para promover a conscientização e a mobilização pelo fim da violência contra a mulher, em referência ao mês de sanção da Lei Maria da Penha, de número 11.340/2006.
Durante a atividade, equipes da subsecretaria orientaram pedestres e motoristas. Com o apoio da Patrulha Maria da Penha, da Guarda Municipal, foram distribuídos panfletos com informações sobre serviços de proteção. Veículos também receberam adesivos com mensagens de apoio à campanha.
Para Ana Cristina da Silva, subsecretária de Políticas Públicas para as Mulheres, a campanha representa um chamado à responsabilidade de todos. “O enfrentamento à violência contra a mulher é uma responsabilidade de toda a sociedade”, destacou.
Ela ressaltou o compromisso de fortalecer as políticas públicas e ampliar o acesso à informação. A subsecretária enfatizou que o objetivo é “garantir que cada mulher saiba que não está sozinha e que existe uma rede preparada para acolhê-la e protegê-la”.
Ana Cristina também convidou a população a se engajar na mobilização por uma cidade mais segura, justa e igualitária para todas as mulheres.
A programação também incluiu uma apresentação especial do projeto de ginástica da subsecretaria. Essa iniciativa visa promover saúde, convivência, fortalecimento de vínculos e o empoderamento feminino.
A aposentada Helena Cardoso, de 77 anos, moradora da Trindade, passou pelo local e comentou sobre a importância da campanha. “Eu acho importante falar sobre esse assunto”, disse Helena. Ela observou que “muitas mulheres não têm liberdade, porque o marido diz o que é ou não é permitido”.
A moradora finalizou reforçando que “é bom que todas elas saibam que devem cuidar de si e que podem buscar ajuda”.