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Maricá capacita equipes de Saúde e Assistência para atender população LGBTQIAPN+

Maricá capacita profissionais de Saúde e Assistência Social para um atendimento humanizado e livre de discriminação à população LGBTQIAPN+.

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01/09/2026 12:02

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Profissionais de saúde e assistência social participam de treinamento em Maricá sobre atendimento humanizado LGBTQIAPN+
Equipes de saúde e assistência de Maricá participaram de formação para acolher e atender a população LGBTQIAPN+. Fotos: Divulgação. – Foto: Reprodução

Formação abordou acolhimento, respeito à diversidade e combate à discriminação em unidades municipais.

Maricá promoveu uma capacitação para profissionais das redes municipais de Saúde e Assistência Social entre 27 e 29 de agosto. O treinamento teve como foco o aprimoramento do acolhimento e atendimento à população LGBTQIAPN+ na cidade.

A iniciativa, segundo a Prefeitura, foi desenvolvida pelo Núcleo LGBTQIAPN+ da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (SMASC) e pelo Fórum de Saúde LGBTQIAPN+ de Maricá. A Secretaria de Saúde também atuou em parceria na ação.

As atividades ocorreram em Unidades de Saúde da Família (USF), especificamente em São José I, Itaocaia Valley, Mumbuca e Ponta Negra. O objetivo foi qualificar as equipes para um atendimento mais humanizado, respeitoso e livre de discriminação.

A capacitação busca ampliar o acesso da população LGBTQIAPN+ aos serviços de saúde e fortalecer os princípios de equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme divulgado pela administração municipal.

O gerente do Núcleo LGBTQIAPN+ da Secretaria de Saúde, Oseias dos Reis, ressaltou a importância da ação. “Quando Saúde, Assistência Social e Educação em Direitos caminham juntas, fortalecemos as políticas públicas e ampliamos o acesso da população aos serviços”, afirmou.

Ele complementou que a formação é essencial para que os profissionais estejam cada vez mais preparados para acolher, compreender e respeitar as diversidades, oferecendo um atendimento humanizado e livre de discriminação.

A professora Lunah Lima também destacou a participação ativa dos profissionais durante as atividades. Ela classificou as equipes como “participativas, atentas e abertas ao diálogo”.

A professora concluiu que este primeiro ciclo da capacitação termina com o compromisso de que o projeto continue avançando. O objetivo é fortalecer uma atenção básica cada vez mais qualificada, humanizada e livre de discriminação.