Ações contra poluição sonora e irregularidades resultaram em 82 autuações nos primeiros dias de julho
A Operação Tolerância Zero, da Prefeitura de São Gonçalo, abordou 1.022 motociclistas e removeu 23 veículos irregulares das ruas nos primeiros dias de julho. A iniciativa, que combate motos barulhentas e sem placa, já resultou na emissão de 82 autos de infração em três ações realizadas na cidade.
Conforme informou a Secretaria de Meio Ambiente e Transportes, as fiscalizações têm como meta coibir a circulação de motocicletas com escapamentos adulterados, descargas irregulares e sem identificação. Para isso, os agentes utilizam um decibelímetro, aparelho que mede o nível de ruído dos veículos e verifica se estão dentro da legislação.
A primeira etapa do mês ocorreu em 2 de julho, no bairro Trindade, com 498 motocicletas abordadas. Nove delas foram removidas ao Pátio Municipal, sendo cinco por tentativa de evasão e quatro por reprovação no teste de ruído. Na ocasião, foram aplicados 36 autos de infração.
Já a segunda ação aconteceu em 7 de julho, no Colubandê, quando 94 abordagens foram realizadas. Seis motos foram levadas ao pátio, com três reprovadas no teste do decibelímetro, duas por tentarem fugir e uma por estar sem placa. Dezessete autuações foram emitidas.
A terceira fiscalização deste período foi em 9 de julho, no Patronato, com um total de 430 abordagens. Oito motocicletas foram removidas, sendo quatro por evasão, duas por excesso de ruído e duas por falta de placa. Vinte e nove autos de infração foram registrados.
As operações, realizadas desde abril de 2025, contam com o apoio da Guarda Municipal, Polícia Militar e equipes da Operação Segurança Presente. Segundo a Prefeitura, elas acontecem semanalmente em diferentes pontos do município.
O secretário de Meio Ambiente e Transportes, Fabio Lemos, destacou que as ações visam atender a uma demanda da população gonçalense. “As operações seguem por toda a cidade, com o objetivo de combater irregularidades e evitar que a população conviva com a poluição sonora causada pelos escapamentos adulterados, atendendo a um pedido dos próprios gonçalenses que não aguentavam mais lidar com esse problema”, afirmou Lemos.
Apenas no primeiro semestre de 2026, mais de 10 mil abordagens foram realizadas, conforme o gestor.