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	<title>Rio de Janeiro &#8211; Radar News RJ</title>
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	<title>Rio de Janeiro &#8211; Radar News RJ</title>
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		<title>Programa Viver Bem, de Maricá, leva participantes para passeio no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Radar News RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 21:37:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maricá]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Maricá]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Viver Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Participantes do Programa Viver Bem de Maricá fizeram um passeio cultural no Rio de Janeiro. A iniciativa da Prefeitura busca ampliar o acesso à cultura e lazer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Ação, parte do projeto Viver Bem Sem Fronteiras, visa ampliar acesso à cultura e fortalecer vínculos sociais.</h2>
<p>Participantes do Programa Viver Bem, de Maricá, realizaram um passeio cultural e turístico na cidade do Rio de Janeiro. A atividade ocorreu nesta quarta-feira, dia 10 de junho, com o objetivo de ampliar o acesso a novas experiências fora do município. A iniciativa é parte do projeto Viver Bem Sem Fronteiras, da Secretaria de Qualidade de Vida, Bem-Estar Social e Entretenimento.</p>
<p>O roteiro, realizado a convite da Rio Samba Bus, proporcionou aos participantes a visita a alguns dos principais pontos turísticos da capital fluminense. A ação busca estimular a convivência, fortalecer os vínculos entre os integrantes e contribuir para uma rotina mais ativa e saudável.</p>
<p>Reinaldo Cunha, secretário de Qualidade de Vida, Bem-Estar Social e Entretenimento, acompanhou o grupo e destacou a relevância da iniciativa para o bem-estar. Conforme o secretário, o objetivo é oferecer experiências que melhorem a qualidade de vida. Ele ressaltou ainda que as atividades promovem a integração e ampliam as oportunidades de participação social.</p>
<p>O Programa Viver Bem oferece atividades regulares em Maricá, focadas na promoção da saúde, bem-estar e qualidade de vida da população. Os polos estão distribuídos em diversas regiões do município, incluindo São José do Imbassaí, Inoã, Itapeba, Ubatiba, Bambuí, Ponta Negra, Parque Nanci, Espraiado e Manu Manuela.</p>
<p>Informações adicionais sobre as atividades do programa podem ser acompanhadas pelo Instagram oficial da secretaria.</p>
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		<title>Seminário gratuito sobre games e inovação movimenta Niterói e Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Radar News RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Niterói]]></category>
		<category><![CDATA[ACJOGOS-RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Seminário gratuito "Games: um RIO de Oportunidades" acontece de 2 a 4 de junho em Niterói e no Rio, debatendo inovação, mercado e cultura digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Evento articula academia, indústria e poder público em três dias de debates, exposições e lançamentos na capital e em Niterói.</h2>
<p>A terceira edição do Seminário &#8220;Games: um RIO de Oportunidades&#8221; será realizada entre os dias 2 e 4 de junho, com programação gratuita em Niterói e no Rio de Janeiro. O evento, organizado pela Associação de Criadores de Jogos do Estado do Rio de Janeiro (ACJOGOS-RJ), discute o papel estratégico da indústria de jogos eletrônicos no desenvolvimento econômico e criativo.</p>
<p>Pela primeira vez, o seminário terá duração de três dias, expandindo suas atividades para conectar ciência, tecnologia, inovação, empreendedorismo e cultura digital. A iniciativa busca reunir pesquisadores, estudantes, desenvolvedores, empreendedores e representantes do poder público.</p>
<p>Conforme a secretária das Culturas de Niterói, Julia Pacheco, a cidade tem priorizado políticas culturais que abrangem novas linguagens e a produção contemporânea. Ela destacou que sediar parte da programação é um reconhecimento da força criativa dos games e uma forma de estimular o crescimento do setor no município.</p>
<p>A agenda começa na terça-feira, 2 de junho, em Niterói, no Instituto de Computação da Universidade Federal Fluminense (UFF). O &#8220;Encontro Games e Educação&#8221; focará na ligação entre academia e mercado, com o lançamento dos manifestos &#8220;Games e Educação&#8221; e &#8220;Diversidade nos Games&#8221;, além do anúncio de uma Game Jam.</p>
<p>Na quarta-feira, 3 de junho, as atividades se deslocam para a sede do Sebrae Rio, na capital. O encontro &#8220;Consumindo e criando: os games no RJ&#8221; oferecerá painéis sobre temas como mercado de trabalho, e-sports, educação, políticas públicas e a &#8220;creator economy&#8221;, com trilhas específicas para criadores e consumidores.</p>
<p>O último dia, quinta-feira, 4 de junho, retorna a Niterói, no Centro Cultural Cauby Peixoto. Será sediada uma edição especial da exposição Joga RJ, que apresentará jogos independentes desenvolvidos no estado, promovendo a interação entre produtores locais, o público e convidados de outras regiões.</p>
<p>O seminário, que já atraiu mais de 500 participantes em edições anteriores, foi criado em 2024, após a aprovação do Marco Legal dos Games. Segundo Márcio Filho, presidente da ACJOGOS-RJ, o evento reflete um período de amadurecimento da indústria brasileira de games, com avanços em regulamentação, formação e mercado.</p>
<p>&#8220;Estamos vivendo um ponto de inflexão na indústria de games no Brasil&#8221;, afirmou Márcio Filho. Ele ressaltou que o seminário tem como objetivo conectar a academia, o setor produtivo e o poder público para transformar esse potencial em desenvolvimento real, ampliando as oportunidades de articulação e visibilidade para o ecossistema fluminense.</p>
<p>Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público, mas exigem inscrição prévia. O evento conta com o apoio da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas, e do Sebrae.</p>
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		<title>Niterói: Prefeito alerta para perdas bilionárias em julgamento de royalties</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Radar News RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 00:21:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Niterói]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 12734]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Royalties Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, alerta para perdas bilionárias em julgamento crucial do STF sobre royalties do petróleo nesta quarta-feira (06).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Rodrigo Neves defende inconstitucionalidade de lei que redistribui recursos e pode &#8216;quebrar&#8217; Rio de Janeiro.</h2>
<p>O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, alertou nesta terça-feira (05) para perdas bilionárias à população caso o Supremo Tribunal Federal (STF) declare constitucional a Lei 12.734, de 2012. A legislação, que modifica os critérios de distribuição dos royalties do petróleo, será julgada nesta quarta-feira (06) pela Corte.</p>
<p>Neves expressou confiança de que o STF considerará a lei inconstitucional. Ele argumentou que a Constituição Federal garante o direito aos royalties para municípios e estados produtores, devido aos maiores riscos sociais e ambientais inerentes à exploração de petróleo em suas costas.</p>
<p>O chefe do executivo municipal reforçou que o estado e as cidades do Rio de Janeiro poderiam enfrentar uma grave crise econômica se a lei for validada. O Rio de Janeiro, que produz 87% do petróleo do Brasil, já teria perdido bilhões em arrecadação de ICMS, conforme o prefeito.</p>
<p>Para Neves, os royalties para as regiões produtoras não são um favor, mas uma garantia constitucional. Ele afirmou que a expectativa é que os ministros do STF, como guardiões da Constituição, assegurem o cumprimento das leis.</p>
<p>A discussão no STF sobre a Lei 12.734 está suspensa há 13 anos. A legislação, aprovada pelo Congresso em 2012, propõe que todos os 27 estados e mais de 5.500 municípios recebam royalties do petróleo.</p>
<p>A Prefeitura de Niterói sustenta que essa redistribuição não resolveria os problemas de outras cidades e, em contrapartida, prejudicaria drasticamente os estados e municípios produtores. No início de 2013, a ministra Cármen Lúcia concedeu uma liminar que suspendeu os efeitos da lei, mantendo as regras anteriores em vigor até o julgamento definitivo.</p>
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		<title>Maricá defende royalties em debate sobre impacto de mudanças no STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Radar News RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 20:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maricá]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Frente Parlamentar]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Federativo]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Royalties do Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Maricá participou de debate sobre royalties do petróleo e pacto federativo, defendendo a manutenção das regras atuais. Município prevê R$ 3,9 bi em 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Município reforça segurança jurídica para recursos que podem chegar a R$ 3,9 bilhões em 2025.</h2>
<p>A Prefeitura de Maricá participou, na última segunda-feira (27/04), de um debate sobre a redistribuição dos royalties do petróleo e o pacto federativo. O encontro, promovido pela Frente Parlamentar em Apoio ao Petróleo, Gás e Energia, discutiu a segurança jurídica dos recursos e o que está em jogo no Supremo Tribunal Federal (STF) para o Rio de Janeiro.</p>
<p>Maricá se destaca nas discussões por ser um município com previsão de arrecadação superior a R$ 3,9 bilhões em royalties e participações especiais para o ano de 2025. A cidade enfatiza a aplicação responsável desses recursos, visando o desenvolvimento econômico pós-royalties e a proteção social.</p>
<p>Para o secretário de Planejamento, Contabilidade e Finanças, Joab Santana de Carvalho, o evento foi crucial para mobilizar o estado e os municípios. Ele destacou a necessidade de defender a manutenção da arrecadação para garantir a continuidade de políticas públicas essenciais em áreas como saúde, educação, desenvolvimento, assistência social e mobilidade.</p>
<p>A controladora-geral do município, Cinthia Madeira, alertou que alterações repentinas nas regras de repartição podem comprometer serviços essenciais em Maricá. Ela reforçou que a manutenção dos critérios atuais de distribuição dos royalties é fundamental para assegurar a segurança jurídica, o respeito ao pacto federativo e a continuidade das políticas públicas. Segundo a controladora, a Procuradoria-Geral do Estado sustenta no STF que esses recursos têm natureza compensatória pelos impactos da exploração.</p>
<p>Durante o debate, foi abordada a Lei 12.734/2012, que alterou as regras de distribuição dos royalties e da participação especial do petróleo, resultando na redução da fatia destinada a estados e municípios produtores. Essa legislação visava ampliar a parcela distribuída aos demais entes da federação, com o objetivo de desconcentrar os recursos.</p>
<p>A controvérsia jurídica sobre essa mudança chegou ao Supremo Tribunal Federal por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4917. Em 2013, o STF concedeu uma decisão liminar que suspendeu dispositivos da lei. Essa medida preservou temporariamente as regras anteriores de distribuição, com o objetivo de evitar perdas financeiras abruptas para os estados e municípios produtores de petróleo.</p>
<p>A decisão liminar do STF mantém a suspensão das novas regras, e o tema segue em discussão, sendo vital para o planejamento financeiro e a continuidade das ações públicas em Maricá e outros municípios produtores.</p>
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		<title>Podcast de São Gonçalo que valoriza multiartistas busca apoio para nova temporada</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Gonçalo]]></category>
		<category><![CDATA[A Resenha do IES]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Carlos IES]]></category>
		<category><![CDATA[Multiartistas]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O podcast "A Resenha do IES", de São Gonçalo, busca patrocínio para sua segunda temporada. O projeto valoriza multiartistas do Rio e já recebeu prêmio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A Resenha do IES, criado por Antonio Carlos IES, já destacou multiartistas do Rio e foi reconhecido por instituto; projeto quer expandir.</h2>
<p>O podcast &#8220;A Resenha do IES&#8221;, criado pelo ator e produtor cultural Antonio Carlos IES, está em busca de patrocinadores e anunciantes para viabilizar sua segunda temporada. O projeto, que nasceu em São Gonçalo, valoriza a trajetória de multiartistas do estado do Rio de Janeiro e busca fortalecer a diversidade cultural, segundo a assessoria.</p>
<p>Antonio Carlos IES, além de ator e produtor cultural, atua como criador de conteúdo, barman e promotor de eventos. Ele já participou de produções audiovisuais relevantes, como o filme &#8220;Vitória&#8221; e as temporadas da série &#8220;Impuros&#8221;, da Disney, exibida também no SBT.</p>
<p>A ideia do podcast surgiu após uma visita ao Espaço Cultural Panorama, em São Gonçalo. Durante um encontro com o produtor Rodrigo Menezes, no curso Acesso do Rio WebFest, Antonio Carlos foi questionado sobre a possibilidade de ter um podcast.</p>
<p>A pergunta, conforme o release, o levou a estudar o formato e desenvolver a identidade do projeto. Isso incluiu a criação do nome, conceito, logo e até a tradicional caneca utilizada nas gravações do programa.</p>
<p>As gravações passaram a ser feitas em parceria com o Espaço Cultural Panorama, em São Gonçalo. A equipe foi reforçada com a chegada de Muralha Ribeiro e, posteriormente, de Adriano Bica, que integrou o time durante o curso Som, Saberes e Sabores.</p>
<p>Na primeira temporada, foram produzidos um episódio piloto e oito episódios, reunindo multiartistas de diversas regiões. Participaram artistas de Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias e da Zona Norte do Rio, além de convidados de outros estados e do exterior, segundo a assessoria.</p>
<p>O conceito do programa é simples: uma conversa descontraída, como uma resenha entre amigos, focada na trajetória artística e profissional do convidado. Atualmente, o conteúdo está disponível no YouTube, e a meta para a segunda temporada é expandir para plataformas de áudio.</p>
<p>Mesmo sem patrocínio até o momento, o podcast já conquistou reconhecimento. Em sua primeira temporada, &#8220;A Resenha do IES&#8221; recebeu destaque do Instituto de Identidades do Brasil, por meio do Prêmio SIM, como um podcast feito por negros para assistir.</p>
<p>O projeto conta com o apoio da Delícias da Glória, responsável pelo fornecimento de salgados para as gravações. Em contrapartida à parceria, o podcast também conecta multiartistas ao Espaço Cultural Panorama, que oferece estúdio de gravação e um teatro com capacidade para mais de 270 pessoas.</p>
<p>Agora, o projeto busca patrocinadores e anunciantes interessados em apoiar a continuidade e o crescimento do podcast. O objetivo, conforme o release, é fortalecer a valorização da arte e da diversidade cultural no estado do Rio de Janeiro.</p>
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