Formação visa aprofundar conhecimentos de profissionais e estudantes para acolhimento qualificado de crianças e adolescentes.
Maricá iniciou nesta quinta-feira, 6 de agosto de 2026, o segundo módulo do curso sobre síndromes raras e transtornos do neurodesenvolvimento. A iniciativa da Secretaria de Ciência e Tecnologia reúne profissionais e estudantes na Universidade de Vassouras, Campus 2, no Flamengo, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre inclusão e atendimento qualificado a crianças e adolescentes.
A formação, ministrada pela Dra. Rita Sant’Anna, oferece conteúdos teóricos e práticos. O foco é em síndromes raras, transtornos do neurodesenvolvimento e estratégias de cuidado e inclusão, buscando uma atuação mais humanizada dos participantes.
A secretária de Ciência e Tecnologia, Sabrina Alves, ressaltou a importância da continuidade do curso. Segundo ela, a iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura com a capacitação permanente dos profissionais.
Sabrina Alves destacou que o conhecimento deve ser constante, especialmente no que se refere ao desenvolvimento infantojuvenil. “Quando investimos em capacitação, estamos investindo em mais oportunidades, mais respeito às diferenças e em um futuro melhor para todos”, afirmou a secretária.
A professora de Educação Física Kelly Guimarães, uma das participantes, elogiou a qualidade do conteúdo. Ela classificou a experiência como “incrível” e destacou o impacto positivo da formação em seu currículo e trajetória profissional.
Gabriella Oliveira, técnica de enfermagem e mãe de uma criança atípica, também enfatizou a relevância da capacitação. Conforme Gabriella, a oportunidade permite entender melhor as pessoas atípicas e aprimorar as formas de promover a inclusão social.
Ela também expressou satisfação com a didática da Dra. Rita Sant’Anna, mencionando a transmissão de conhecimento e experiência. Gabriella agradeceu pela vaga e pela chance de participar novamente da formação.
Este segundo módulo integra as ações da Prefeitura de Maricá para disseminar conhecimento científico e fortalecer práticas inclusivas. A qualificação dos profissionais que atuam com crianças e adolescentes busca um atendimento mais preparado e humanizado na cidade.