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Hospital de Maricá realiza captação de órgãos para transplantes

Maricá realizou nova captação de órgãos no Hospital Che Guevara, doando rins, fígado, ossos e tecido ocular para pacientes do SUS. Ação salva vidas.

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09/09/2026 12:03

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Equipe médica em hospital de Maricá, simbolizando a captação de órgãos para doação no SUS.
Profissionais de saúde atuam em procedimento de captação de órgãos no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, em Maricá. Foto: Divulgação. – Foto: Reprodução

Procedimento no Hospital Che Guevara viabilizou doação de rins, fígado, ossos e tecido ocular para pacientes do SUS.

A Prefeitura de Maricá, por meio do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, em São José do Imbassaí, realizou na segunda-feira (7) uma nova captação de órgãos e tecidos. Os materiais serão destinados a pacientes na fila de transplantes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Foram retirados rins, fígado, ossos e tecido ocular durante o procedimento. A ação representa um reforço na rede de doação, segundo informações da administração municipal.

O processo teve início no fim de semana, quando as equipes da unidade identificaram a possibilidade de doação. Em seguida, foi feito o acolhimento e a orientação da família do doador. Após a autorização dos familiares, equipes especializadas foram mobilizadas para a realização da captação.

Ana Paula Silva, diretora-geral do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, destacou a importância da participação da unidade na rede de transplantes. “É motivo de orgulho ver o hospital participando ativamente da rede, salvando vidas para além de Maricá”, afirmou. Ela também ressaltou o investimento e o comprometimento dos profissionais de saúde.

A Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do hospital acompanha todas as etapas do processo de doação. A equipe é responsável pela identificação de potenciais doadores, acompanhamento dos procedimentos, acolhimento e orientação dos familiares, além da articulação com a Central Estadual de Transplantes.

Para ser um doador de órgãos no Brasil, não é preciso registrar a vontade em documentos. A decisão final é da família, por isso é fundamental comunicar o desejo em vida. Essa conversa pode ajudar a salvar vidas de quem aguarda por um transplante.